Ache a Sua Voz
A IA copia métodos. Não copia o que você apagou do LinkedIn — as crises, os erros de ambição, as sabotagens que ninguém viu. Esse caderno escava isso. À mão. Sem atalho.
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Você abriu o "sobre" do LinkedIn — e travou.
Você já tentou escrever uma bio que parece sua? Já abriu o LinkedIn no domingo à noite, fez três versões e apagou todas porque cada uma soava como se fosse de outra pessoa? Você já fez aquele quiz de arquétipo de marca pessoal e recebeu o resultado "Sábio com toque de Rebelde" — e fingiu que acreditou? Você já copiou a fórmula do "começar pelo porquê", escreveu "Eu acredito que..." e percebeu, dois meses depois, que aquilo não estava te levando a lugar nenhum?O problema não é você. É o método.Como minha avó dizia, "quem aprende com livro fica esperto até o livro acabar; quem aprende com tombo fica esperto até morrer." Quiz é livro. Template é livro. E o livro tá acabando — a IA acabou de comprar a estante inteira por R$ 99 mensais.Sobrou uma única coisa que ninguém pode fabricar: o que você viveu. Esse caderno é sobre como escavar isso.
Templates viraram commodity 400 versões do mesmo PDF de 5 passos circulando, todas escritas por IA, todas dizendo a mesma coisa em ordem trocada. Você não está construindo marca pessoal — está se candidatando a um cargo que não existe.
Quiz de arquétipo te encaixa, não te conhece Foi feito pra qualquer um — inclusive pra você. "Sábio com toque de Rebelde" cabe em 80% das pessoas, e exatamente por isso não diz nada sobre nenhuma delas.
"Comece pelo porquê" virou tatuagem de LinkedIn O Sinek descobriu o porquê dele depois de cinco anos investigando empresas. Você descobriu o seu numa terça à tarde entre uma reunião e outra. Forma sem substância vira ruído.
Seis camadas de escavação biográfica — e o ritual que fecha o ciclo.
Seis camadas de escavação biográfica — e o ritual que fecha o ciclo.
Auditoria Biográfica — A Raiz
Onde você cresceu, o que te formou, seus valores inegociáveis e as peculiaridades que você passou anos tentando esconder pra se encaixar. A camada base — sem ela, todo o resto vira teatro.
A Jornada do Herói — Crises, Quedas e Sabotagens
Não a sua versão polida do LinkedIn. A real. Os pontos de inflexão que chegaram sem aviso, os erros de ambição, os erros de medo, a sabotagem que você inventou desculpa pra justificar. É aqui que mora o ouro.
Delimitação de Nicho — A Sobreposição de Expertise
A intersecção entre o que você ama, o que você faz no automático e o que o mundo paga. E a tensão comercial — quando você foi mal pago pelo seu melhor trabalho e o que isso te diz sobre como você precificou o seu valor até hoje.
Identidade e Voz — Como Você Soa
Seu estilo, sua energia, seu vocabulário — e o antagonista da sua marca: a mentalidade ou prática de mercado que você combate. Quando você nomeia o que detesta, sua voz ganha contorno.
Promessa de Mercado — O Claim
Quem é o seu cliente — e por que ele é, na verdade, um reflexo de quem você era no passado. A dor que tira o sono dele e a transformação que só você pode prometer com autoridade moral.
Legado e As Eras — A Evolução
As fases que você já viveu (cada uma com nome próprio), a era em que você está agora, e a mensagem que sobra de você quando todo o resto desaparece. Marcas pessoais fortes não estagnam — se reinventam.

Por Gui Loureiro
Estou online desde 1995 — comecei em BBS, antes da internet ter virado commodity. Passei por Archote, BuscaPé (ainda no auge startupeiro do Romero, descalço pelo escritório), Atrativa, TV1, Agência Click, Talent (estruturei o departamento de mídia digital), Hoplon, Level Up Games (dirigi um time de marketing de 32 pessoas), Havas, Hive (estruturei o BI da BRMALLS, coloquei o chatbot do Outback de pé, atendi a P&G como consultoria de auditoria de mídia) e FutureBrand. Hoje sou diretor de estratégia da 3mais.
Foi de uma das sócias da 3mais que veio a frase que originou esse caderno: «a gente não tem que procurar uma empresa que queira trocar de agência — tem que ir atrás de uma empresa que precise daquilo que a gente tem para entregar.» Aplicada à marca pessoal: você não tem que procurar audiência genérica. Tem que ir atrás de gente que precise especificamente do que você — com sua biografia, suas cicatrizes, sua peculiaridade — tem pra entregar. É isso que esse caderno escava.
em digital
Level Up
antes do hype
Antes de baixar, talvez você esteja se perguntando:
Posso fazer com IA?
Pode, mas vai ficar genérico. O caderno é desenhado pra você escrever à mão antes — porque a mão escreve coisas que o teclado esconde, e a rasura é o pensamento aparecendo. A IA entra no fim, e só pra organizar o que você escavou. Se quiser pular a escrita à mão, esse não é o material certo pra você.
Quanto tempo leva pra fazer?
Se você quiser fazer rápido, 3-4 horas em uma tarde. Se quiser fazer bem, divide nos seis blocos e responde um por dia, durante uma semana. Os melhores insights costumam aparecer entre uma sessão e outra — quando você está no banho, dirigindo, ou prestes a dormir.
Preciso ter empresa, produto ou ser "creator"?
Não. O caderno funciona pra qualquer pessoa que precise comunicar quem é com clareza — executivos em transição, profissionais liberais, consultores, terapeutas, criadores de conteúdo, fundadores em estágio inicial. A marca pessoal é o substrato — o que você faz com ela depois é com você.
É pra quem está começando ou pra quem já tem marca?
Os dois. Se você está começando, esse é o melhor lugar pra começar — vai te poupar de seis meses de tentativas frustradas com templates. Se você já tem marca, é provável que ela esteja construída sobre a versão polida da sua história. O caderno é sobre escavar a versão real.
O que diferencia esse material dos outros sobre marca pessoal?
Eu poderia ficar listando, mas vou ser honesto: o que diferencia é que esse caderno foi escavado de uma carreira de 25 anos em digital — começando em BBS em 1995, passando por agência, veículo, indústria de games, e migrando pra IA em 2017 quando vi a programática chegando antes da maioria. Eu não tô te entregando uma fórmula que aprendi num curso. Tô te entregando o método que eu uso comigo mesmo. Três marcadores objetivos: é anti-template (te entrega perguntas, não arquétipo pronto), é pra escrever à mão (não é workbook digital pra preencher no Notion), e ele se conecta com IA no fim — não no começo (a IA traduz o que você escreveu, em vez de inventar quem você é).
Pronto pra escavar
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Quero o Caderno