GUI LOUREIRO Vamos conversar
SUPEREMPRESAS

IA de verdade na operação. Não colada por cima.

Sua empresa não precisa de mais uma ferramenta de IA. Precisa virar nativa nela: com o processo embutido, governado e construído junto com o seu time. É a diferença entre comprar um chatbot e ter a operação inteira pensando, produzindo e aprendendo com IA todos os dias.

Vamos conversar

01 · O QUE VOCÊ VÊ × O QUE MOVE

O valor de verdade está embaixo d'água

O que quase toda empresa chama de "usar IA" é a ponta do iceberg: um chatbot no site, um texto gerado, uma imagem. Visível, barato, fácil de comprar. E pequeno. Embaixo da linha d'água mora o valor de verdade: os fluxos que atravessam áreas, o dado proprietário que vira memória da operação, o processo que aprende a cada ciclo e a cultura que decide com a máquina em vez de disputar com ela. Os números mostram a distância entre uma coisa e outra: 78% das empresas já usam IA em pelo menos uma função, mas só 1% se considera madura na tecnologia, segundo a McKinsey (2025). E o Gartner projeta que mais de 40% dos projetos de IA agêntica serão cancelados até 2027 por custo alto e valor incerto. Traduzindo: comprar ferramenta é fácil. Virar nativa é raro. É exatamente aí que a vantagem competitiva da sua empresa está escondida.

O que move o negócio está submerso, na operação: o fluxo que decide preço, o atendimento que não dorme, o processo que hoje come o tempo do seu time. É lá que a IA vira vantagem de verdade, e é justo o que ninguém posta print.

Comprar a ponta é fácil. Todo concorrente já comprou a mesma. A diferença se constrói embaixo.

AS PROVAS DO MERCADO

Não é estratégia. É sobrevivência.

Enquanto a maioria ainda testa chatbot, quem embutiu IA na operação já abriu distância. E o número diz o tamanho.

74%

do valor da IA já fica com só 20% das empresas. As líderes estão cerca de 7× à frente.

PwC · AI Performance Study, 2026

5%

das empresas são "future-built". 60% ficaram pra trás, e a distância só aumenta.

BCG · The Widening AI Value Gap, 2025

42%

dos CEOs dizem que a empresa não será viável em 10 anos sem se reinventar.

PwC · 28th Global CEO Survey, 2025

UPS100 milhões de milhas por ano cortadas das rotas de entrega.
JPMorgan360 mil horas de advogado revisando contratos viraram segundos.
AlphaFold200 milhões de proteínas mapeadas. Deu Nobel de Química.
Mastercard143 bilhões de transações checadas contra fraude a menos de 50ms cada.
Lemonadeum sinistro revisado, checado contra fraude e pago em 3 segundos.
DeepMind40% menos energia pra resfriar um data center inteiro.

Nada disso tem interface bonita nem vira print. É a operação, onde a McKinsey estima de US$ 1,4 a 2,6 trilhões por ano de valor. Fontes: PwC, BCG, McKinsey e as próprias empresas; os números macro de consultoria são estimativas.

E no seu setor? Veja os cases →

02 · POR QUE A MAIORIA FALHA

Não é a tecnologia. É a abordagem.

A maioria dos projetos de IA morre, e quase nunca por causa do modelo. Morre porque a IA foi colada por cima: comprada de fora, imposta de cima pra baixo, desconectada de como o trabalho acontece de verdade. Isso é AI First. Vira demo bonita e some.

O MIT põe número nisso: 95% dos pilotos de IA nas empresas entregam zero impacto, e o estudo é explícito que o que decide não é o modelo, é a abordagem. A BCG estima que cerca de 70% do resultado é gente e processo, e só 10% é o algoritmo.

O que funciona é o contrário: IA embutida no fluxo, com governança, com dono, construída com quem faz o trabalho. Isso é AI Native.

Fontes: MIT NANDA, State of AI in Business 2025; BCG, Where's the Value in AI?, 2024.

AI FIRST · COLADA POR CIMA

A ferramenta chega antes da pergunta

  • Compra-se uma ferramenta e procura-se onde usar
  • Decidido de cima, longe de quem faz o trabalho
  • Fica de fora do fluxo real, vira mais uma aba aberta
  • Ninguém é dono; quando o piloto acaba, some
AI NATIVE · EMBUTIDA NO FLUXO

O processo é redesenhado com a IA dentro

  • Parte do gargalo real, não da ferramenta da moda
  • Construída com o time que vai operar
  • Embutida no fluxo, governada, medível
  • O time fica dono, roda sem depender de mim

IA não é algo que a empresa adota. É a camada em que ela vira nativa.

03 · COMO EU TRABALHO

Eu não vendo ferramenta. Ajudo a construir, com o seu time.

Sou Diretor de Estratégia e Mídia na 3mais e construo a minha própria operação em IA em público. Levo esse mesmo método pra dentro da sua empresa, junto com quem já faz o trabalho aí dentro.

  1. Diagnóstico da operação

    A gente acha onde o trabalho realmente trava, não onde a ferramenta da moda promete brilhar.

  2. Construção com o time

    Desenhamos e construímos os sistemas junto com quem vai operar. Próprio, embutido no fluxo, não mais um SaaS alugado por cima.

  3. O time fica dono

    Quando eu saio, roda sem mim. A empresa não fica refém de uma ferramenta nem de um fornecedor, virou nativa.

04 · A PROVA

Eu rodo o que eu proponho

Vídeo real saído da fábrica de UGC da minha operação. Gerado, montado e publicado pelo sistema.

Não é teoria de slide. A minha operação e a comunicação que eu dirijo já funcionam assim, sistemas próprios, embutidos, rodando sozinhos:

  • Conteúdo que publica sozinho pela API oficial, sem ninguém abrir o navegador.

  • Newsletter que sai sozinha nos canais, sem abrir a ferramenta na mão.

  • Este site inteiro construído com o mesmo método que eu levo pra dentro das empresas.

Gui Loureiro no próprio estúdio-laboratório à noite, construindo no laptop com sistemas rodando na tela

O que os CEOs me perguntam?

Por onde começa um projeto de empresa nativa em IA?
Pelo diagnóstico da operação, não pela ferramenta: onde o valor está preso, qual dado proprietário existe e qual processo dói mais. O primeiro sistema nasce daí, construído junto com o seu time.
Quanto tempo até ver resultado?
O primeiro sistema útil roda em semanas, não em meses. A transformação completa é um programa contínuo, mas ninguém espera um ano pra ver valor.
Minha equipe vai ser substituída?
O método é o contrário: constrói com o seu time, capacitando as pessoas a operar e evoluir os sistemas. A empresa fica dona do conhecimento, não refém de fornecedor.
Já usamos ChatGPT e Copilot. Não basta?
Licença não é transformação. 78% das empresas usam IA em alguma função e só 1% se considera madura (McKinsey, 2025). A diferença está no processo embutido, no dado e na governança, não no login.
E a segurança e a LGPD?
Governança entra no desenho desde o primeiro dia: o que a IA pode ver, o que não pode, consentimento e trilha de auditoria. Nativo em IA sem governança é passivo, não ativo.

Atualizado em

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